Biografia
Alberto RegueraAlberto Reguera (Segóvia, 1961) é um artista espanhol que vive entre Paris e Madrid. No início da sua carreira foi distinguido com a Bourse Annuelle de Peinture do Institut de France, Académie des Beaux-Arts e, em 2001, recebeu em Espanha o Prémio Ojo Crítico. O seu trabalho desenvolve-se em torno da pintura enquanto campo expandido, explorando a relação entre espaço, matéria e profundidade, frequentemente em diálogo com a instalação e a performance.
O seu percurso expositivo inicia-se na Europa e estende-se progressivamente ao contexto internacional. Em 2003 participou em Exhibit-E, em Washington D.C., e em 2012 realizou uma instalação pictórica na Place du Louvre, em Paris. A partir de 2007, o seu trabalho ganha forte projeção na Ásia, com exposições em Singapura (Sculpture Square), Seul, Xangai e Hong Kong.
Em 2015, o University Museum and Art Gallery of Hong Kong organizou a sua primeira retrospetiva, seguida, em 2016, pela sua primeira grande retrospetiva em Espanha, no Museo Esteban Vicente, em Segóvia. Nesse mesmo ano foi selecionado para a exposição From France to Korea, no Soma Art Museum, e apresentou o projeto Antípodas no Instituto Cervantes de Paris. Participou igualmente na exposição de arte contemporânea das Coleções Reais do Património Nacional, no Palácio Real de Madrid.
Em 2019 realizou performances pictóricas no Instituto Cervantes de Lisboa e no HAY Festival Segóvia, e participou na 8.ª Bienal Internacional de Pequim, no National Art Museum of China (NAMOC). Em 2020 apresentou uma performance pictórica e uma exposição em Pequim, na Delegação da União Europeia na China.
Em 2021, o Museo Thyssen-Bornemisza, em Madrid, organizou-lhe uma exposição individual, num diálogo entre as suas paisagens e a obra de Aert van der Neer. Nesse mesmo ano participou na Mostra Espanha 2021, na Galeria São Mamede, em Lisboa, e foi selecionado para o El Cairo International Art District. Em 2023 apresentou trabalhos no UMAG Museum, em Hong Kong, e realizou uma performance pictórica inspirada no rio Sena, no Instituto Cervantes de Paris.
Em 2025, a Câmara Municipal de Paris (8.º arrondissement) organizou-lhe uma extensa exposição individual, para a qual concebeu uma instalação pictórica que utiliza o espaço como instrumento central da obra.
Em 2026, protragonizou "Uma visão efémera das quatro estações do Canadá. Paisagens abstratas imaginadas e performance pictórica” na National Gallery of Canada, em Otava, com o apoio da Embaixada da Espanha no Canadá.